RE Virando o jogo!!
Boa noite mulherada!!!
Hehehe.. esses temas são polêmicos né! Engraçado como eles servem pra todo mundo... Acho que se eu ler esse post novamente, vou lembrar de mais alguma coisa na minha vida que precisa ser mudada. Mas o que o nosso amigo Caio disse é muito verdadeiro. A gente tem que se policiar o tempo todo pra que as nossas supostas mudanças não fiquem apenas nos comentários ou no papel. É preciso levantar a bunda da cadeira e agir! A única coisa que a gente não esquece tão facilmente é um pé na bunda, porque o resto... Quando lemos um texto como esse, ficamos empolgados, destinados a mudar. Quando vemos as falcatruas do governo ficamos com raiva, queremos sair às ruas e protestar. Se assistimos tragédias como as da pequena Isabela por exemplo, ficamos indignados, querendo justiça. Mas aí, 10 minutos depois já deixamos os pensamentos de lado e voltamos à nossa realidade.
Novamente eu ia escrever sobre outro assunto, mas vou me estender um pouquinho nesse. Falamos sobre as nossas atitudes, sobre força de vontade e tudo mais, então hoje quero complementar com o mesmo assunto, só que focando na perspectiva daqueles que nos cercam. Nossa, falei bonito hein! Mas o que raios isso significa???
A rotina nos acomoda, isso é um fato. A rotina faz com que as coisas aconteçam mecanicamente, e a gente nem percebe. É como a nossa amiga filósofa “Íssa” citou, acordar, trabalhar, comer, chegar em casa, dar um beijo no esposo ou esposa, comer, ver TV, fazer amor, dormir. Quando a gente fala em rotina, pode ser uma coisa que dura 10 minutos ou uma vida inteira. A gente entra nessa rotina e liga o piloto automático. Todo santo dia eu chego no trabalho e quando sento penso “será que eu tranquei o carro?” Eu sempre tranco, mas eu nunca sei se tranquei. É tão automático fazer isso que nem percebo! Hahaha... Aliás, lembrei de uma história. Certa vez, eu estava no meio da prova do vestibular e do nada lembrei que não tinha trancado o carro. Eu tinha perdido a hora, ainda tive que dar carona pra uma amiga, parei num local proibido e na pressa esqueci de trancar. Me deu um baita desespero, e sem pensar duas vezes, assinalei todas as alternativas que faltavam e saí correndo. Quando cheguei no carro, não é que ele estava trancado?
Bom, a gente entra numa rotina naturalmente, e esse não é o problema. O problema é como sair dela. E como nós não somos homens da caverna, e nem vivemos isolados no meio do oceano, as pessoas que nos cercam podem, e vão influenciar muito nessas horas. Todo mundo se acostuma com as situações. Se você namorar um cara esportista, vai acabar ficando mais ligada em esportes. Se você ama dormir até tarde, com certeza seu namorado vai passar a dormir mais. Se você é uma pessoa que pensa nos outros, seu namorado vai começar a ser menos egoísta, e por aí vai. Claro que eu estou falando de relacionamentos que funcionam, caso alguma coisa não combine e nada mude, o namoro não acontece.
A gente sempre quer o melhor pra gente, certo? Então vamos supor que você queira emagrecer 10 quilos. Regime rigoroso, exercícios, 9, 8, 7, 6 quilos... Aí você conhece um cara, que diz gostar de você do jeitinho que você está. Lembre-se que você queria perder 10 , e até agora só perdeu 6, você ainda não está 100% bem consigo mesma. Só que ele gosta tanto, que você relaxa... sai pra tomar sorvetes com ele, churrascarias, troca a academia pela cama... e quando menos se espera, você não só recuperou o que perdeu como ganhou mais 5. Ah, ele gosta, vocês se amam, mas não era isso que você queria, certo? As nossas companhias podem nos viciar de um jeito bom, ou de um jeito ruim.
Eu dei esse exemplo porque era o mais fácil, mas isso pode acontecer quando você namora um cara sem vontade de vencer, então de repente aquele seu empreguinho passa a ser bom, porque afinal de contas você não quer ganhar mais que ele, e além disso seus amigos adorariam fazer o que você faz. Ah, você não é um cara que sai de balada, e nunca traiu a sua mulher, mas o pessoal do trabalho sempre faz os happys numa casa de strip, e nenhum deles acha que olhar outras mulheres peladas é traição. De repente você está no quarto com uma prostituta e está achando tudo normal. Ih, você quer parar de beber porque isso está te atrapalhando, mas o seu vizinho vive caindo de bêbado e olha só, a mulher ainda o ama e ele tem um carro novinho na garagem. Você quer estudar, crescer, morar fora, mas o seu pai vive falando que isso é coisa pra grã-fino, e que não dá futuro. De repente você se vê com 40 anos, casada com um cara desacreditado igualzinho o seu pai era, e não sabe porque está infeliz.
É minha gente, a vida é dura! Quando se tem 10 anos, o ano é longo, as aulas não acabam, e tudo parece não mudar. Depois de grande, um mês equivale a um piscar de olhos. E uma decisão mal tomada, um pouquinho mais de demora pra escolher esse caminho ou aquele, pode trazer conseqüências irreparáveis.
A não ser que você seja a Alice e o seu melhor amigo um coelho, pense bem em quem ou o que está te influenciando...
Escrito por Edu às 00h03
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Virando o jogo
Boa noite mulherada!!!
Caramba, que chuva é essa... Me molhei indo pro trabalho, me molhei indo almoçar, me molhei voltando pra casa... E olha que já está esfriando!!! Será que logo mais eu estou comendo fondue de queijo e chocolate numa lareira bem quente???
Semana passada eu estava todo empolgado pra postar 3x, mas acontece que eu trabalhei sem parar, de sexta a domingo... o dia inteiro, e quase a noite inteira... to pregado, to morto, não descansei nada... Mas era isso que eu queria, não era? Vida nova implica em desafios!!!
Aliás, tenho novidades... Hoje tive uma reunião a respeito do blog, e logo logo teremos 3 layouts para decidir... Se der eu até dou umas dicas de como vai ser, pra fazermos uma enquete sobre cores, etc etc... nada como a boa e velha democracia nessas horas!!! Não vejo a hora de colocar isso no ar... aliás, nossa, esqueci de pagar o cara que estava desenvolvendo o site pra mim... por favor meninas, me lembrem através dos comentários, pois eu vou pagá-lo amanhã!
Eu ia começar a semana falando sobre um assunto... mas escrevendo agora, me veio outra coisa à cabeça... Já que falei sobre novos desafios, porque não se aprofundar um pouco nisso?
Na outra empresa, eu tinha um emprego bom... Pelo menos pra quem estava de fora... todo dia eu fazia 2, 3 horas de almoço, conhecia quase que a empresa toda, tinha moral com os diretores e vice presidentes... Dominava tudo o que fazia, dificilmente aparecia algum desafio, e sempre, entregava o que era solicitado. Na minha área, eu era o mais antigo, conseqüentemente tinha mais responsabilidades e mais conhecimento. Por causa disso ganhava mais que os demais, e um salário muito bom.
Isso era o que todos pensavam. Tinha gente invejando, claro, e tinha gente querendo o meu lugar. A princípio parecia que tudo aquilo era muito bom, que eu estava numa posição confortável. Mas aí é que está o problema: eu não gosto dessa palavra “confortável”. Claro que conforto na vida é muito importante, mas pra ser efetivamente bom, tem que ser com C maiúsculo. Uma coisa é você atingir um nível na vida onde você pode se estabilizar, outra coisa é estar numa posição de conforto, sem precisar dar tudo de si. A gente se acostuma com o que é bom, mas principalmente se acostuma com o que é fácil, com o que não dá trabalho. Sem perceber, a gente se acomoda. Eu vivo falando sobre isso no âmbito sentimental, nas relações e tudo mais, mas na maioria das vezes esse está longe de ser o maior problema.
Eu podia muito bem ter ficado por lá, continuar acordando tarde e chegando as 9 e meia da manhã, saindo as 5 e meia sem nenhum peso na consciência... mas aí eu pergunto, pra que? Pra ser mais um no meio da multidão? Pra ser apenas estatística, uma seqüência de números para a empresa? Foi por isso que no finzinho eu mudei de área, não agüentava mais a mesmice... Eu comecei a me sentir mal, por não precisar fazer esforço nenhum pra conseguir as coisas... comecei a me incomodar com a situação, com a comodidade, do mesmo jeito que as costas começam a doer depois de um dia inteirinho sentado na frente da TV... Eu queria ser desafiado, queria coisas novas, ares novos, conquistas novas... E agora, aqui estou eu trabalhando de sábado e domingo até altas horas da madruga...
Se me perguntarem, valeu a pena? Vou dizer que ainda não sei dizer, afinal se passaram apenas 2 semanas... Mas se me perguntar se fiz a coisa certa, com certeza a resposta é sim, porque há tempos eu não sabia o que era sentir um frio na barriga, insegurança, até mesmo medo... e é isso que faz a gente crescer.
Em quantas áreas da sua vida você está acomodada? Não gosta do chefe, não agüenta mais trabalhar tão longe, quer fazer uma faculdade, aprender a falar inglês, emagrecer 5 kilos? O que te impede de acordar mais cedo, dormir mais tarde, meter as caras, atualizar o currículo, comprar um livro no sebo e estudar? Não é só no namoro que a gente se acomoda, a vida inteira é feita de atitudes...
Qual vai ser a sua hoje?
Escrito por Edu às 00h32
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Mulherada! Vocês lembram de uma leitora que há algum tempo atrás comentou sobre uma experiência sexual a 3? Pois aqui vai a história na íntegra!!! Vamos comentar!!!
EDUARDAS - HISTÓRIA FRUSTRADA
Tudo começou quando eu conheci um garoto que tinha namorada e que eu estava afim. Nós fomos ao sítio do pai dele, ficamos, transamos e etc. Depois de um tempinho, nós já tínhamos mais intimidade um com o outro e ele perguntou se eu algum dia não toparia transar com ele e mais um. Eu disse que não sabia, nunca tinha experimentado, não saberia responder a pergunta naquela hora. Depois de uns meses o primo dele comentou que toparia e eu aceitei também. Marcamos o dia e tal. Eles me pegaram na esquina de moto (que é lógico que eles não iriam me buscar na frente do meu condomínio com tanto fofoqueiro) e fomos pra casa do tio dele.
-Pausa pra esclarecimento:
Na casa desse tio dele, nós dois íamos direto porque o tio nunca estava em casa. E era uma casa enoooooorme. Na primeira vez em que fui lá, nós transamos em cima do caminhão de carga. HAHAHAHA
-Fim do esclarecimento.
Fomos pro estacionamento e o M. (o garoto com quem eu ficava) começou a me agarrar como de costume, eu o excitei e brinquei um pouquinho. O primo dele, J., pediu pra me agarrar também. M. saiu e J. começou, não beijava lá muito bem e tinha o pênis pequenininho e broxa. Eu o excitei de primeira, mas logo ele caiu. Eu tentei de tudo, toquei pra ele. Fiz o possível e até impossível (que eu não comentarei aqui). Depois eu cansei e fiquei com M. que era mais gostoso! E o coitadinho ficou lá sentado tocando punheta olhando a gente se divertir!
EDUARDO
Ultimamente eu ando ouvindo muitas histórias assim... Está na moda ser bi! Tenho algumas amigas que tiveram algumas experiências desse tipo... Outras que agora só saem pra baladas de Swing! Vocês devem estar pensando qual é o tipo das amigas do Edu... Pior que são pessoas normais, algumas estudam, algumas trabalham, outras trabalham e estudam... mas tem esse... bom... fetiche?
Claramente conseguimos perceber que o envolvimento dos 3 protagonistas dessa história era puramente carnal... Alguém aí consegue dividir quem ama? Tudo isso aconteceu por curiosidade da parte da nossa amiga... E por muita safadeza da parte dos caras.
Isso me lembra o caso de uma amiga... Estava namorando um cara lindo, desejado, sexualmente falando o relacionamento era incrível, o cara tinha mostrado pra ela tudo o que tinha de mais maravilhoso no sexo (palavras dela). Até que um belo dia ele resolveu comentar algo sobre sexo a 3... A idéia foi amadurecendo, amadurecendo, até que ela aceitou... Chamou uma amiga topa tudo, e foram os 3 pra festa. Todo mundo adorou. O cara então, nem se fala. Aí algum tempo depois... tudo acabou. Porque? Ele deu em cima da irmã dela... Aí eu pergunto, ele fez errado? Pelos padrões normais, claro, ele fez errado... mas pensando que ela levou uma amiga pra cama por causa de uma pequena insistência dele, porque não a irmã?
Cadê o respeito que é bom???
Categoria: Eduardas
Escrito por Edu às 21h31
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